Impacto do consignado CLT ainda não entrou nas projeções do BC, diz Gabriel Galípolo

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que possíveis impactos da expansão do crédito consignado privado no Brasil não foram contabilizados nas últimas projeções da autarquia. A fala ocorreu durante a coletiva de imprensa de apresentação do Relatório de Política Monetária divulgado nesta quinta-feira, 27.

“A gente tem visto desde o lançamento do consignado privado estimativas que variam muito em magnitude sobre qual deveria ser o impacto”, explicou Galípolo.

“Inicialmente estimativas maiores, agora menores. Há muita dúvida sobre quanto isso representa um fluxo novo de crédito ou uma substituição de dívida antiga por nova, e sobre como isso vai se desdobrar no tempo. Há uma série de dúvidas e a resposta é: não, não consideramos ainda em nossas projeções”, seguiu.

O programa de crédito consignado para trabalhadores CLT registra mais de 55 mil contratos firmados que somam R$ 340 milhões em empréstimos, segundo último balanço divulgado pelo governo na terça-fera, 25. Seu lançamento oficial foi na última sexta-feira, 21.

O Relatório de Política Monetária reúne dados e projeções realizadas pelo BC para diferentes indicadores econômicos como inflação, PIB, crédito, preços das commodities e situação fiscal.

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