SNEL11 cresce 18,5% em número de cotistas e mantém yield de 14,8%

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Foto: Freepik

O FII (fundo de investimento imobiliário) SNEL11 registrou mais um mês de avanço, com receita imobiliária chegando a R$ 661,9 mil em janeiro de 2025. Esse desempenho foi impulsionado pelos projetos atualmente operacionais financiados com os resultados da primeira emissão de cotas.

Além disso, o SNEL11 apresentou um saldo distribuível de R$ 3,3 milhões, reforçando as expectativas de novas altas, ao passo que os projetos Mundo Melhor, São Bento Abade e Liberdade — construídos com recursos da segunda emissão — ainda não iniciaram operações, o que aumenta seu potencial de valorização futura.

SNEL11 conclui liquidação da 23ª emissão de cotas

O fundo também concluiu a segunda liquidação da 23ª emissão de cotas, captando R$ 1,3 milhão, já descontados os custos da operação. Assim, o total captado na oferta chegou a R$ 58,5 milhões, correspondendo a 6,8 milhões de recibos.

Mesmo com o Ifix, principal índice de fundos imobiliários da Bolsa de Valores, recuando 3,07% no período, as cotas do fundo registraram um retorno total positivo de 1,15%, impulsionado pelos dividendos, ao passo que o valor da cota permaneceu estável. Segundo o Suno, comparado aos principais benchmarks, o fundo obteve 113,44% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), 718,39% do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) e 158,26% do seu índice de referência.

Fundos de renda fixa seguem na dianteira do segmento para 2025

Os investimentos em renda fixa atraíram todos os olhares do mercado financeiro no ano passado, ao passo que os indicadores econômicos de inflação e juros entraram em rota de ascensão. Alguns dos ativos que mais se beneficiaram com isso foram os fundos de renda fixa, cuja captação bilionária tem ajudado a segurar uma sangria no segmento.

Conforme dados da Anbima (Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), em janeiro os fundos de renda fixa tiveram uma captação positiva de R$ 39,5 bilhões, o que influenciou na desaceleração dos resgates nas demais classes de fundos no mês.

A Anbima acredita que os fundos de renda fixa serão os motores da indústria este ano, avaliação reforçada por outros especialistas consultados pelo BPMoney.

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