Apple estaria planejando fabricar mais iPhones no Brasil para fugir de tarifas dos EUA

Mapa do Brasil com uma bandeira da Apple

As tarifas anunciadas nesta semana por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, viraram o mundo financeiro de cabeça para baixo, inclusive para a Apple — que, segundo informações do Exame, estaria considerando ampliar a fabricação de iPhones no Brasil como uma forma de diminuir o impacto dessa medida.

A gigante de Cupertino, como bem sabemos, tem a maior parte de sua produção localizada na China, que tem travado uma guerra comercial com os Estados Unidos há alguns anos e é um dos principais alvos dessas tarifas.

Desde que as tensões entre os dois países começaram a aumentar, a Apple passou a investir em novas fábricas em países vizinhos, como a Índia e o Vietnã. No entanto, com essas novas tarifas, esses países também entraram na mira do governo estadunidense, colocando boa parte dos investimentos da gigante de Cupertino em xeque.

Como destacado pelo veículo, as tarifas recíprocas anunciadas pelos EUA para o Brasil são menores do que as desses países, além de serem fixadas em 10% — detalhe que teria chamado a atenção da Maçã. Para efeito de comparação, as tarifas anunciadas para a Índia estão na casa dos 26%.

Atualmente, vale notar, a Apple já fabrica os iPhones 16 “base” na fábrica da Foxconn em Jundiaí (SP), bem como outros modelos mais antigos. A Maçã, no entanto, teria começado a estudar a possibilidade ampliar essa produção no ano passado — o que poderá abrir espaço para modelos mais caros, como os iPhones 16 Pro/16 Pro Max, caso esse plano saia do papel.

A Foxconn no Brasil opera sob regime especial que permite abatimento de impostos locais, mas até hoje essa produção nacional não resultou em queda significativa nos preços finais dos iPhones no país. Sendo assim, o foco pode se tornar outro: usar o Brasil como ponto de montagem para exportar ao mercado americano — onde as tarifas são menores que as aplicadas a China e Índia.

A viabilidade desse projeto, porém, dependerá da capacidade da fábrica jundiaiense de lidar com volumes maiores, prazos mais apertados, logística mais complexa e um controle de qualidade mais rígido. Caso a Apple siga com esse plano, poderemos ver o Brasil assumir um posto de maior protagonismo na cadeia de produção da Maçã.

Além disso, também existe a possibilidade de a empresa optar por rotas indiretas, como exportar dispositivos a partir de países com tarifas mais baixas ou que contem com isenções por parte do governo dos EUA.

Procurada pelo Exame, a Apple não quis comentar o assunto.


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